quinta-feira, 2 de julho de 2009

The quest for the King Crab

Passei meu dia todo pesquisando sobre a pesca do King Crab no Alaska. King Crab é um carangueijo gigante que só da em águas geladas, é muito raro e caro.

Um pescador consegue em média ganhar 50 mil dólares por 6 meses de trabalho, mas existem casos de temporadas tão fartas que um único pescador conseguiu ganhar 100 mil dólares em 5 DIAS de trabalho! Agora vem cá...e porque raios não está todo mundo trabalhando nessa coisa de pescar carangueijo no Alaska se isso da tanta grana assim?

Acho que essa é a "pegadinha" do negócio.

A pesca do King Crab é o trabalho mais perigoso dos Estados Unidos, a taxa de mortalidade é 90 vezes maior do que a segunda prefissão mais perigosa, que se não me falha a memória é piloto de caça. Os caras morrem às dezenas toda temporada de pesca, afogados ou então de hipotermia. E como se isso não fosse o bastante, a temporada de pesca tem algumas leis que obrigam os pescadores a irem pro mar e lançar suas armadilhas o mais rápido possível, o que resulta numa probabilidade de quase 100% de que você talvez sofra um acidente no qual vc vai perder um braço ou perna. Legal né?

Agora vem a parte mais legal. Eu to pensando de ir pra lá, hauhauhauahahahua.

Absurdo! Seu louco! Já ouvi de tudo em relação a isso, acredite, todo mundo que eu conheço me desaconselhou. Mas sei lá, se (e esse é um grande SE) eu sobreviver a essa merda toda, além de voltar pra casa com os bolsos cheios de grana, eu vou ter engrandecido meu espírito, endurecido meu corpo nos ventos de 50 nós do círculo polar ártico, temperado minha mente na imensidão gelada do mar do Norte. Sei lá, eu acho que seria uma empreitada válida.

Além do que, se eu morrer por lá, o mundo não vai estar perdendo grande coisa, você vai ter que concordar. E eu não tenho nada que me prenda ao mundo no momento, nada que me dê uma boa razao pra voltar pra casa. Enfim, não é que eu esteja indo pra lá pra morrer. Não tem nada a ver com isso. Só acho que nas atuais condições da minha vida, é um risco que vale a pena correr.

Então sei lá, é meio que uma idéia, não chega a ser exatamente um objetivo ainda...AINDA. A temporada de pesca começa em Outubro e termina em Fevereiro, veremos o que rola até lá. Preciso tirar meu passaporte, conseguir visto, vai uma pequena jornada até concluir tudo. E se eu voltar vivo, vivas pra mim, porque serei rico e jovem o bastante pra aproveitar a grana, hauhauahuahuahua.

Eu amo minhas idéias idiotas.

Gordon "Troll" Banks

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Desencontro (Talvez o primeiro de muitos...)

Os direitos da imagem e do wallpaper vão para www.jasonchanart.com

Esse é um wallpaper que tenho há alguns meses e como quase tudo, eu tive muita facilidade em interpretar a cena toda e transporta-la pra minha vida. O traço é apaixonante e a arte em si muito bonita.

Aí você chega pra mim e fala algo do tipo: Você teve facilidade de transportar pra sua vida um gigante de pedra numa cachoeira secreta com uma garota? Que absurdo!

São meus superpoderes meu caro, eu consigo ver tudo. Agora vamos lá, interpretação da imagem.

Pra começar, vamos examinar o que mais chama a atenção na imagem, o Gigante. Não tem muito segredo, ele é um cara grandão, desajeitado, tímido. Provavelmente ele é o rei do pedaço aí nessa cachoeira esquecida pelos deuses, os sapos, peixes e insetos da região são seus únicos amigos, talvez uma lontra. Ele sabe das coisas, não física quântica e literatura, mas as coisas da vida. Ele é antigo e sábio, e nas noites claras de lua cheia, quando o céu fica abarrotado de estrelas, o Gigante se senta e fica olhando os astros brilhantes, imaginando o que é que está lá em cima, fora do seu alcance. Tem alguma coisa errada, ele pode sentir, mas não consegue compreender, mas a verdade é que o coração dele é de pedra.

Aí uma bela manhã, sem que estivesse esperando por qualquer coisa, o Gigante é atingido por algo, uma sensação que percorre seu corpo rochoso como se fosse eletricidade. Uma voz vindo da queda d'água. Os dois então se encontram pela primeira vez, o Gigante do coração de pedra e a garota.

Acho que pra ela era tudo curiosidade e excitação, aquela figura sombria e bizarra, tão diferente de tudo no mundo, de todas as pessoas. Pro Gigante a história já foi outra. Aquela pequena criatura, tão diferente de tudo que ele ja tinha visto nos seus séculos de existência, tão pequena, tão pura, com aqueles olhos e aquele sorriso maravilhosos.

Eles se aproximaram um do outro, sem medo por nenhuma das partes. Eles se conheceram, pelo menos superficialmente. Ela sabia que ele gostava de ver as estrelas só de encarar aquela cara pedregosa de perto, ela sentia certa profundidade nele. Já ele sabia que ela gostava de rir e contar história bobas, a garota tinha uma complexidade que ele jamais enfrentaria com um de seus amigos sapos por exemplo.

Aí ele teve a idéia de faze-la ficar, mas ela tinha dúvidas. Foi quando tudo ficou um pouco frio e triste. E no último gesto desesperado de tentar convence-la de que ali era um bom lugar, o Gigante entrega à garota um flor, um sinal de tudo que naquele jardim havia pra ser descoberto ainda, nos dias que viriam.

Ela aceitou a flor, achou um gesto lindo vindo daquela coisa que imitava a vida humana, mas ela não entendeu que o presente na verdade não era a flor e sim o jardim. Ela partiu logo depois do almoço e o Gigante não entendeu que ela voltava pra sua família, seus amigos, um mundo do qual ele não fazia e talvez jamais fizesse parte.

Naquela noite, ja em casa, a garota se lembrou do Gigante e sorriu cheirando a flor que ele lhe deu. Enquanto que na selva gelada, o Gigante estava sentado no chão, olhando pras estrelas, imaginando se em algum lugar no universo eles teriam a chance de se encontrar em condições mais favoráveis. E se em algum lugar no universo, a garota teria escolhido ficar.

Nem peixe eu como...

Eu só atualizo essa porra quando to mal, acabou de me ocorrer. Aí comecei a pensar no quanto o sofrimento influencia na inspiração.

Van Gogh, Niezstche, Kant, Newton, cambada de lerdo que não pegava ninguém!

Se eu me coloco na categoria acima citada? Mais ou menos.

Eu ando numa fase boa pra mulher na verdade, sério mesmo, eu conto assim de cabeça umas 6 ou 7 das quais com um mero estalar de dedos estariam aqui todas açanhadas pra cima de mim (Ui, gostosão!). Qual é o grilo então? Eu não quero 6 ou 7 mulheres, eu quero UMA mulher e obviamente o motivo do drama todo é que ela não me quer.

What the fuck, por que? Por que é sempre assim? Cara eu fico tão frustrado com isso...

Ciclana gosta de mim, que gosto de Fulana que gosta de um outro cara aí...e nada, nem o universo, nem as vidas passadas, nem a chuva, nem a rosa fizeram ela perceber...espera. Acho isso injusto. Ela percebeu, ela só não pôde corresponder...

Teria sido tudo tão perfeito se, sei lá, se a gente só esquecesse do mundo e fizesse o que a gente queria fazer, mas aí existem todas essas amarras, todas essas condições e a vida fica dependendo de um monte de decisões tomadas por estranhos. Não é justo. Puta que pariu, não é justo!

Agora eu me pego aqui, escrevendo alucinadamente. Será que é isso? Será que eu vou ter que me foder a vida toda pra conseguir atingir o nível de um Van Gogh? É sofrimento o combustível da arte? Porra, eu iria viver feliz pra sempre escrevendo cardápios de restaurante chinês se ela estivesse comigo. Sério mesmo, eu estou totalmente disposto a abrir mão do meu dom por ela...

Aí ela meio que me disse que "existem muitos peixes no mar", eu não abriria mão do meu dom por um "peixe", claro que não é literal, vocês entenderam...eu disse que não quero mais ninguém. Ela riu, me chamou de exagerado, mas sei lá, até certo ponto talvez fosse mesmo exagero, mas na real, eu acho que não quero mais ninguém. Acho que encontrei com o destino hoje, tal qual Dom Quixote com sua Dulcinéia, eu vou ser um escritor louco, solitário e sombrio, sem ninguém na minha vida, pq pra mim não interessa ninguém que não seja ela.

Então acho que a partir de hoje eu abraço, com todo o sofrimento inerente à minha arte, o meu dom da escrita. Por que se for pra ficar sem ela, que pelo menos eu fique rico e famoso...

Maldito gordo dramático...

Gordon "Troll" Banks

terça-feira, 23 de junho de 2009

Confesso que... (My Greek Heroine)

Vou falar das duas coisas com que eu mais tenho contato na vida. Ódio e Solidão. Se você não é fã de ouvir gente reclamando da vida, eu já recomendaria parar de ler por aqui, obrigado pela visita de qualquer jeito, tenho uns textos muito bons aqui no blog de temática menos adolescente se rolar interesse.

Ah você ficou? Ótimo, então agora aguenta.

Vou começar com Solidão, por ser mais íntimo e passivo dela. Eu sempre imaginei que a Solidão fosse uma mulher, provavelmente porque é uma palavra do gênero feminino, mas eu prefiro pensar que é porque eu sou homem mesmo. Essa Senhorita muda de aparência com os anos, acho que varia de caso pra caso, mas eu tive uma fase em que ela era loira de olhos escuros, depois ela ficou morena de olhos claros, e então ruiva de farmácia, depois ruiva real, é complexo, como se ela não tivesse rosto, justamente pra poder te atrair de qualquer jeito.
E aí com o tempo você começa a pegar o jeito, foge dela aqui e ali no final de semana, na cervejada da faculdade, no anivesário daquele seu amigo. Mas ela te acha, a puta sempre te acha.

Srta Solidão não mede esforços pra te ver na merda, ela te faz pensar em tudo que você está perdendo, em tudo que você já poderia ter realizado. A vagaba vive sussurrando na minha orelha: 23 anos, solteiro, desempregado. E aí, sei lá, eu meio que dou razão pra ela, começo a entrar na dela.
Até chega um ou outro pra inflar meu ego; "você é inteligente" (obrigado), "você é engraçado" (obrigado), "você é sensível" (obrigado), "você é bonito" (muito obrigado). E quando eu me afasto pra dar uma olhada mais geral no quadro, é uma porra de tela branca comigo no meio.

E assim como tem os amigos, tem também aqueles que não tem mais o que fazer e chegam pra criticar; "você é lerdo" (sou?), "você é frio" (mentira), "você é gordo" (tá, isso é verdade, mas tem gente que gosta), "você é carente demais" (porra, mas eu não era frio?). E eu fico meio perdido nessa, sem saber exatamente o que fazer. E ela, a tal da Solidão, senta aqui do meu ladinho no sofá pra ver seriado comigo enquanto isso.
Eu não sou fútil a ponto de ser considerado só um cara que não come ninguém, não é nada disso, nunca foi a respeito de sexo, aí é que tá, sexo é a parte fácil de conseguir, a parte barata, a parte suja. A parte importante é encontrar alguém pra ficar no lugar da maldita Solidão.

Alguém pra compartilhar os altos e baixos da vida. Alguém pra espantar a Solidão. Não qualquer uma, óbvio, tem que ser alguém especial, com as qualidades de uma heroína grega. Linda, inteligente, carismática, engraçada, madura. As heroínas gregas eram engraçadas? Não importa, a minha heroína será. Ela é na verdade. Acho que essa é a parte em que entra o Ódio.

Ódio, palavrinha curta e grossa, passa exatamente a mensagem. Acho que por isso imagino o Ódio como um cara baixinho, na casa dos 50 anos, pq o ódio é antigo afinal de contas. Ele tem cara de poucos amigos, traço óbvio, talvez um bigodão rabo-de-andorinha e imagino que seja resmungão.

Mas qual o papel do Ódio nisso tudo? Você pode estar meio confuso a essa altura, mas eu explico.

Ódio me faz pegar todas as qualidades que os amigos me falaram e guarda-las num cofre. Aí ele me faz pegar todos aqueles defeitos que os "não tão amigos" apontaram e me faz coloca-los num pedestal, numa estante de troféus. E aí é só nisso que eu consigo pensar. No quanto eu sou defeituoso, falho, desajeitado, inepto. E com o tempo, isso enche sua cabeça de idéias malucas. Te devora pro dentro como uma doença. E aí quando você percebe (se é que percebe), você está podre por dentro.

Você tem que lutar contra o Ódio, aí eventualmente você percebe que ele não ta te jogando contra as pessoas que você gosta, ele só te coloca na frente de um espelho que você pode agarrar pelo pescoço, ele te coloca contra você mesmo.

E eu não consigo deixar de me odiar por não conseguir fazer o que quero. Conseguir fazer dar certo. Claro que eu disfarço bem, Ódio não é um sentimento que atraia as pessoas, então você acaba virando um especialista em rir na hora certa, em contar a piada certa, em acenar com a cabeça na direção certa, quando na verdade tudo que você quer é um abraço e poder desabar no choro sem ninguém pra te julgar. Ajudam os ombros amigos, e eu não posso reclamar, tenho amigo pra caralho, mas no final da noite, e no ombro dela que você chora, no ombro da Solidão.

Por isso acaba sendo tão importante ter sua heroína grega lá pra você, mesmo que idealizada, não tem importância, você aprende a conviver com as falhas dela depois, mas é imprescindível que seja no ombro dela que você possa chorar, e que ela não te julgue. Porque mesmo que de repente ela não seja tão engraçada assim, ou tão bonita, carismática, e mesmo se ela não der conta de matar um minotauro com as mãos nuas, ela ainda está lá pra você e isso é o que mais importa, isso é tudo que importa.

E aí eu sou obrigado a voltar ao Ódio, essa entidade tão potente. Porque ele me faz perceber o quanto eu faço tudo errado, nas horas erradas, do jeito errado. Tímido demais, bêbado demais, distante demais, próximo demais. E aí pode parecer que ter esse insight todo me ajuda a lidar com isso, afinal eu sou o cara Zen da turma, de todas elas, só pra ficar claro.

Não ajuda. Acho que pra falar a verdade só piora, o fato de eu conseguir enxergar tudo isso tão claramente e não poder fazer nada a respeito. Fortalece o Ódio e ele me empurra pro sofá, pra ver algum seriado abraçadinho com a Solidão.

Confesso que meditar tem me ajudado muito a enxergar tudo com clareza...

Confesso que meditar tem me ajudado a lidar com o ódio que eu tenho de mim mesmo...

Confesso que meditar tem me ajudado a pensar no outro lado da moeda...

Confesso que não tem sido difícil pra mim, mas tem sido frustrante...

Confesso que acho que por isso eu achei tão bom alguém ver um pedaço de bondade em mim, por isso eu fiquei tão feliz com aquele comentário aleatório de um desconhecido...

Confesso que eu achava que não estava sendo egoísta, mas eu estou sim...e acabei de perceber isso, agora no final do texto...

Confesso que perceber que eu estou errado mais uma vez alimenta o Ódio, mas me dá uma sensação de libertação nesse caso...

Confesso que mesmo eu tendo a motivação errada pra escrever esse texto, ainda acho ele válido...

Confesso que não me ensinaram o que é desistir, não nesses casos...

Confesso que eu não pretendo desistir, não por teimosia, mas por ter a certeza que tudo o que eu disse daquela primeira vez não foi papo, teve significado e eu continuo acreditando em cada palavra...

Confesso que pra quebrar o gelo, faço uma piada agora no final...

Agradeço aos que tiveram saco pra ler, agora eu tenho que ir salvar o mundo...*Colocando uma sunga vermelha por cima da calça de moleton e amarrando uma capa branca no pescoço*

Gordon "Troll" Banks, mais iluminado do que esteve em semanas...

PS: Agradecimento ao Doug que foi procurar o feminino de Hero pra mim, hauahuahuahauah

sábado, 13 de junho de 2009

Gordonzilla

E aí do nada me bate aquela vontade de novo...

Aquela vontade sabe, aquela que todo mundo tem...de ser gigante e sair pisando em tudo, destruindo as coisas, matando as pessoas e obliterando a existência na Terra!

Espera aí, isso não é uma vontade que todo mundo tem? Tem certeza? Como isso seria diferente de "Um dia de Fúria" por exemplo, pegar uma escopeta e sair atirando nos restaurantes de Fast Food da vida. Eu admito que minha vontade talvez seja um pouco mais apocalíptica, mas isso é só porque minha percepção do mundo é mais apocalíptica.

As pessoas são doutrinadas a serem sensíveis, as "pessoas". Claro que se você é homem, ser sensível é bichisse, e se você é mulher ser sensível é ser submissa, no final das contas todo mundo joga a sensibilidade pro alto e foda-se. Aí as pessoas fingem que sofrem quando veem um atentado terrorista que aconteceu a quilômetros dali, ou quando veem um acidente de avião, ou um bezerro de três cabeças, quando na verdade o que eles estão pensando é "Ainda bem que não é comigo".

E como não podia deixar de ser, as pessoas que sentem as coisas, que sentem o mundo, que sentem os acontecimentos da vida, são consideradas dramáticas demais, estressadas demais, sensíveis demais. Eu estou no meu inferno particular no momento, e claro que vão dizer que eu to exagerando.

Mas se o Michael Douglas pode sair atirando por aí, pq eu não posso ficar gigante e destruir o mundo?

Por que não resolveria nada, você meu esperto leitor pode ter respondido. Tudo bem, admito, não ia mesmo resolver nada, mas eu só queria aliviar o meu estresse...no mundo. Em vocês. Acho que é por isso que a cada 2 meses eu chego numa crise que só consigo superar descarregando nesse mofado e esquecido blog minhas palavras amargas. Nem sempre amargas, mas geralmente.

Então, acho que concluindo, meu jeito de ficar gigante e esmagar o mundo é escrever aqui. Se eu parar por aqui, acho que o texto vai ficar imcompleto, mas se eu continuar vou acabar dizendo bobagens, então acho que vocês terão que se contentar com isso, reflitam sobre como vocês atiram em fast foods e esmagam o mundo, e se concentrem nisso, valvulas de escape são necessárias pra se manter a civilidade que prezamos tanto (pfff).

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A palavra é: SIM.

E lá fui eu deixar o intervalo entre os posts aumentar novamente. Mancada e eu peço desculpas.

Aconteceu uma coisa ontem, e por isso estou escrevendo hoje, eu vi um daqueles filmes que muda sua vida pra sempre. Pra quem não viu, eu recomendo "Yes Man" do Jim Carrey, que acabou ficando "Sim Senhor" aqui no Brasil.

O enredo é simples, um cara vai ver uma palestra meio maluca no melhor estilo de "O Segredo" e acaba fazendo uma promessa pro palestrante, dizer sim pra tudo e todos. No final das contas a mensagem do filme é "Não recuse as oportunidades da vida" e mesmo que daqui duas semans eu esteja tão sedentário e cínico como eu sempre fui, pelo menos vou ter tido essas duas semanas divertidas de pensar positivo.

O que eu fiz pra mudar? Pra abraçar a vida? Pra começar eu to atualizando o blog, o que já é lá uma grande coisa, sendo que nada me inspirava pra escrever há meses.

Como essa semana eu não tenho aula e nem trabalho, resolvi também me arriscar e pegar o violão do meu irmão pra arranhar alguma coisa. O santo conhecido como You Tube não me falhou e eu descolei umas video-aulas legais pra começar, pra quem possa interessar www.justinguitar.com o cara explica bem, mas as aulas são em inglês embora algumas partes do site tenham trechos em português.

De todo modo, escrevendo de novo e aprendendo violão é um puta passo gigantesco pra mim, que andava sem fazer nada além de ver seriados e ficar no 4chan de madrugada.

Acho que a mensagem que eu gostaria de passar com esse post é a mesma do filme, levanta e vai viver a vida meu filho! E não to falando de estudar e trabalhar, mas de aproveitar mesmo, do melhor jeito que lhe for possível.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Manowar - Courage


Some Want To Think Hope Is Lost See Me Stand Alone

I can't Do What Others May Want Then I'll Have No Home



So For Now Wave Good-bye And Leave Your Hands Held High

Hear This Song Of Courage Long Into The Night

So For Now Wave Good-bye Leave Your Hands Held High

Hear This Song Of Courage Long Into The Night



And The Wind Will Bear My Cry To All Who Hope To Fly

Hear This Song Of Courage Ride Into The Night



Battles Are Fought By Those With The Courage To Believe

They Are Won By Those Who Find The Heart

Find A Heart To Share

This Heart That Fills The Soul Will Point The Way To Victory

If There's A Fight Then I'll Be There I'll Be There



So For Now Wave Good-bye And Leave Your Hands Held High

Hear This Song Of Courage Long Into The Night

And The Wind Will Bear My Cry To All Who Hope To Fly

Lift Your Wings Up High My Friend Fearless To The End

So For Now Wave Good-bye, Leave Your Hands Held High

Hear This Song Of Courage Long Into The Night


Artista: Manowar
Música: Courage
Ano: 1996
Álbum: Single - Courage
 
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